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Notícia - Chá Verde + Raspberry › Dieta
Chá Verde + Raspberry
Queima gordura corporal


Imagem ilustrativa

Sobre o Chá Verde:
Atua na composição de gorduras do corpo Alguns estudos preliminares apontam que umas das catequinas mais presentes no chá verde, a epigalocatequina galato (EGCG), estimula diversas enzimas que controlam o metabolismo das gorduras, inclusive incentivando a quebra delas. Isso faz com que elas sejam mais bem usadas pelo nosso organismo, não ficando apenas paradas no tecido adiposo. Além de promover o emagrecimento, as pessoas que tomam o chá verde obtém uma melhor composição adiposa no organismo, o que reduz as chances de diversas doenças aparecem, como diabetes e hipertensão. Porém, são necessários mais estudos que comprovem mesmo essa ação.

Traz saciedade Outras pesquisas indicam que as catequinas interagem com os receptores da leptina, hormônio relacionado à sensação de saciedade do nosso organismo. Ou seja, o consumo do chá nas quantidades recomendadas evita que você coma mais do que o necessário para seu organismo.

Acelera o metabolismo O chá verde também é conhecido por seu efeito termogênico. Mas ele pode ir além, um artigo publicado em 2011 no jornal científico Obesity Reviews sugere que os polifenois do chá inibem a ação de uma enzima, dessa forma agindo junto com a cafeína, aumentando sua ação de termogênese e a oxidação das gorduras. O primeiro mecanismo faz com que o metabolismo funcione mais rapidamente, o que queima mais energia do nosso corpo, evitando que ela se torne gordura e se acumule. Já o último faz com que a gordura seja utilizada e reduz seu acúmulo também.

É um potente antioxidante As catequinas do chá verde tem o poder de combater os radicais livres em nosso organismo. Por isso mesmo a bebida atua na prevenção e/ou tratamento de doenças crônicas como câncer, doenças cardiovasculares e diabetes, além de ajudarem no antienvelhecimento da pele. Alguns especialistas chegam a mensurar que o poder antioxidante desses nutrientes é maior do que a vitamina C ou E. Um estudo feito na China em 2003, por exemplo, revelou que mulheres que consomem chá verde tem menor risco de adquirirem um câncer de mama.

Combate o colesterol Mais uma vez, o prêmio vai para as catequinas EGCG. Uma pequena fração do colesterol que temos é produzido no corpo, mas a maior parte vem da alimentação. As EGCG reduzem a absorção desse nutriente no nosso intestino, reduzindo assim sua quantidade em nosso corpo. Porém os estudos mostram mais sua ação na redução do LDL, considerado o colesterol ruim, e não no aumento do HDL, o mocinho da história. Além disso, outros polifenois chamados de taninos também estão relacionados a essa redução do LDL, de acordo com alguns estudos.

Melhora o humor Existe um aminoácido no Chá Verde chamado L-teanina que é exclusivo dessa planta e deve consistir em cerca de 2% do seu peso. Quando ele é liberado em nosso corpo, vai para o cérebro e lá aumenta a produção de dopamina e serotonina, neurotransmissores que estão ligados à sensação de bem-estar. Ele também aumenta a produção de ondas alfa no cérebro, o que eleva a sensação de relaxamento, de acordo com um estudo feito no Japão em 2005. Como se tudo isso não bastasse, os flavonoides modulam a noradrenalina, hormônio que também está relacionado com a ansiedade. Por fim, a vitamina C, presente no chá mesmo que em baixas quantidades, atua no hormônio cortisol, que sempre é produzido no corpo em situações de estresse e está envolvida na produção da serotonina. Vale a pena consumir o chá, portanto, com sucos de frutas cítricas.

Otimiza a digestão Mas a ação do chá verde é diferente dos outros chás digestivos, que trabalham aumentando os sucos gástricos! Sua atução nesse processo ocorre, possivelmente, devido a alguns compostos bioativos que ele traz em sua composição, e que estimulam a microbiota do intestino, também conhecida como flora intestinal. Essas bactérias são responsáveis por ajudar no trabalho de digestão, principalmente de algumas vitaminas. Como um benefício extra, estimular as bactérias do organismo também melhora a imunidade.

Protege nossa cognição Ainda não é 100% certo, mas alguns estudos têm demonstrado que o consumo de chá verde pode afastar doenças relacionadas ao declínio da mente, como Alzheimer. Um estudo realizado na Austrália revelou que a bebida pode proteger o cérebro de certos tipos de demência, pois os compostos polifenóis presentes no chá podem apresentar propriedades neuroprotetoras, principalmente contra duas substâncias danosas nessa doença: o peróxido de hidrogênio e uma proteína chamada beta-amiloide. Porém, mais estudos precisam ser feitos antes de darem o veredito final sobre esse benefício.

Fonte: site minhavida.com.br

Sobre o Raspberry:

O componente super potente do Raspberry é a “Cetona”, as cetonas de framboesa são um composto fenólico que é responsável pelo aroma das deliciosas framboesas vermelho celeste.As cetonas de framboesa têm uma estrutura semelhante à sinefrina e à efedrina.

Nos estudos in vitro com linhas celulares de cancro da mama as Cetonas de framboesa demonstraram poder inibir o receptor de androgénio.

As cetonas de framboesa, quando usadas topicamente, numa solução de 0,01% (aplicado uma vez por dia, durante 5 meses), mostraram aumentar a produção de IGF-1 na derme (pele), podendo conduzir ao crescimento do cabelo.

Esse tipo de aplicação dérmica tem, ainda, sido associado ao aumento da elasticidade da pele em mulheres.

Num teste em ratos, depois de quatro dias de administração de cetonas de framboesa, os níveis celulares e secretados de adiponectina viram-se altamente aumentados nas células gordas.

Esses ratos foram superalimentados, mas a sua suplementação com as cetonas de framboesa suprimiram a acumulação de gordura, enquanto aumentaram os marcadores associados com a queima de gordura (tal como a translocação da lipoproteína lipase e da lipólise norepinefrina induzida).

A suplementação com as cetonas de framboesa aumentou tanto a expressão como a secreção da adiponectina. Isto é importante porque a adiponectina é uma hormona que modula uma série de processos metabólicos, incluindo a regulação da glicose e o catabolismo dos ácidos gordos (queima da gordura). A investigação tem demonstrado que os níveis de adiponectina são inversamente proporcionais ao percentual de gordura corporal.
níveis mais elevados de adiponectina = níveis mais baixos de gordura corporal.

Fonte: site drmarcos.net


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