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Notícia - Alimentação à base de soja: tire todas suas dúvidas! 10/01/2018
Alimentação à base de soja: tire todas suas dúvidas!

No Brasil, a partir da década de 60, a soja ganhou status de produto comercialmente rentável para a alimentação animal. Os investimentos em pesquisa favoreceram a adaptação da soja ao clima brasileiro e a redução dos custos.

A partir da década de 70, a soja ganhou destaque na alimentação humana, inicialmente devido ao seu uso como óleo refinado (óleo de soja), em substituição à gordura de origem animal.

A partir da década de 80, a proteína da soja se tornou base de ingredientes de padaria, massas, produtos de carne, cereais, misturas preparadas, bebidas, alimentação para bebês e alimentos dietéticos. Desde 1986, a Embrapa Soja (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) desenvolve atividades para incentivar o consumo de soja pela população brasileira. Em 1995, a Embrapa incrementou seu trabalho, com o lançamento do “Programa Soja na Mesa”. O principal objetivo do programa é dar ao grão uma função mais nobre: a de complementar a alimentação da população brasileira.

A soja é capaz de prevenir doenças?

Sim, muitos dos interesses sobre os benefícios à saúde proporcionados pela soja originaram-se devido a evidências epidemiológicas mostrando que mulheres orientais sofrem menos dos sintomas da menopausa, em comparação às americanas e europeias. As pesquisas também mostraram que entre as asiáticas a incidência de cânceres de origem hormonal, fraturas ósseas e doenças cardiovasculares é 5-8 vezes menor. Uma justificativa para esses resultados é o maior consumo da soja e seus derivados por mulheres orientais: tofu (“queijo” de soja), proteína texturizada de soja (“carne” de soja), extrato de soja (“leite” de soja), farinha de soja.

Atualmente a soja é considerada um alimento funcional porque, além de funções nutricionais básicas, produz efeitos benéficos à saúde, reduzindo os riscos de algumas doenças crônicas e degenerativas. É rica em proteínas e minerais como: cobre, ferro, fósforo, potássio, magnésio, manganês e vitaminas do complexo B. Possui ácidos graxos poli-insaturados e compostos fitoquímicos como: isoflavonas, saponinas, fitatos, dentre outros. As pesquisas têm demonstrado que as isoflavonas da soja reduzem os riscos de alguns tipos de câncer, como: de mama, colo do útero e próstata, além de atuar na tensão pré-menstrual, no alívio dos sintomas indesejáveis da menopausa e na prevenção da osteoporose.

O consumo de soja enfraquece os ossos?

Não. Existem diversos estudos evidenciando uma possível função para as isoflavonas da soja no metabolismo ósseo. Durante a menopausa ocorre uma redução dos níveis de estrogênio, o que favorece a perda de massa óssea nesse período.

As isoflavonas presentes na soja são consideradas fitoestrógenos, pois apresentam capacidade de se ligar a receptores estrogênicos presentes nas células ósseas que ativam a proliferação dos osteoblastos (células responsáveis pela formação óssea) e a síntese de colágeno ósseo. O cálcio presente na soja pouco contribui para a massa óssea, já que os alimentos de origem vegetal apresentam fatores antinutricionais (fitatos e oxalatos) que diminuem a biodisponibilidade (utilização pelo organismo) desse mineral.

A soja engorda?

A soja é uma leguminosa com importante conteúdo de proteínas, que fornece 417 kcal em 100 g do alimento. O uso da soja em dietas para emagrecimento vai depender da quantidade e do tipo de preparação envolvendo essa leguminosa. O profissional Nutricionista pode orientar quanto às quantidades ideais para consumo, formas de preparo e uso de ingredientes pouco calóricos nas receitas incluindo a soja para indivíduos que querem emagrecer.

Há uma quantidade ideal para o consumo diário de soja?

Sim, o FDA, órgão que regulamenta a produção de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, recomenda, com base em estudos científicos, a ingestão diária de 25 g de proteína de soja, que corresponde a aproximadamente 60 g de grãos de soja, para o controle dos níveis de colesterol e triglicérides, reduzindo assim os riscos de enfarto, trombose, aterosclerose e acidentes vasculares cerebrais (AVC).

E em relação a preparações utilizando a soja?

É importante ressaltar que soja nunca deve ficar de molho em água fria, porque isso ocasiona a formação de compostos que dão, aos grãos que ficaram de molho, o sabor de ranço ou de “feijão cru”. Os grãos de soja usados em receitas devem ser previamente fervidos e submetidos, após a fervura, a um choque térmico (lavagem do grão em água fria), que evita sabores e odores desagradáveis (devido a enzimas presentes no grão).

Fonte: Idmed
     
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